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A atracção lisboeta pelo açúcar vem desde o primeiro desembarque no Cais da Ribeira – no período áureo dos Descobrimentos Portugueses.

Damião de Goes (1502-1570) espanta-se por confeitarias crescerem por toda a Cidade onde os confeitos e o açúcar abundam.

Esta atracção pelos açucarados continua até ao séc. XXI. Em Fevereiro de 2005 esteve patente ao público uma exposição de monumentos históricos em açúcar, efectuados pelos alunos do Centro de Formação Profissional Alimentar.

Infelizmente a qualidade fotográfica não faz jus às peças pois as redomas onde se encontravam não permitiram flash.

A curiosidade lisboeta que contamina as outras populações ribeirinhas foi bem visível durante esta exposição por onde desfilaram centenas de pessoas de todas as idades para verem o destino estético de 600kg de açúcar refinado…

Todas as peças são confeccionadas com açúcar, água, gelatina, amidos e corantes alimentares e medem um metro quadrado.

Poder-se-à afirmar que esta é uma homenagem à nossa Lisboa dos Descobrimentos associada à tradição doceira.

 

 

Mulete de pesca do Seixal

 

100 horas de confecção

 

 

 

 

 

Coche de D. JoãoV

 

150 horas de confecção

 

 

 

 

 

Nau Príncipe da Beira

 

150 horas de confecção

 

 

 

 

 

 

Navio Escola Sagres

 

150 horas de confecção

 

 

 

 

 

Padrão dos Descobrimentos

e Calçada Portuguesa

 

180 horas de confecção

 

 

 

 

 

Torre de Belém

 

250 horas de confecção

 

 

 

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